Recorde de médicos

9 02 2010

Neste começo de mês de fevereiro Francisco Beltrão atinge uma marca recorde de médicos, 117 cadastrados no município, segundo estatísticas do CRM-PR. No começo de 2009 eram 109.

Com estes números, considerando uma população de 77,2 mil habitantes (estimativa minha para o número a ser divulgado em Julho), Francisco Beltrão atinge uma proporção de 1,52 médicos por mil habitantes. Em 1991 eram 0,89 m/1000 hab e em 2000 0,85 m/1000 hab.

Com as abertura do Hospital Regional e do Hospital do Cancer, bem como as reformas e modernizações da Policlinica e do Hospital São Francisco, é muito provável que esse número cresce significativamente até o fim do ano.

No sudoeste o município que tem o maior número de médicos ainda é Pato Branco, com 175 cadastrados, segundo o mesmo orgão.





Rotatórias…

1 02 2010

Há quatro anos facilitando o trânsito Beltronense. Clique nas fotos para ampliar.

Um pequeno acidente, que provavelmente não entrará nas estatísticas.

A imagem não ajuda, mas esta trata-se dos restos da Rotatória da R. Curitiba esq. c/ Antonio Marcelo. No primeiro final de Semana de instalação um carro atingiu frontalmente o tubo de concreto colocado no centro da via. Os pedaços ficaram por dois dias espalhados bem no centro do cruzamento, até que na Segunda-feira foram retirados e jogados no canto. Este foi o único acidente da esquina em três anos.





Beltrão fecha 2009 com 37,1 mil veículos; Em 2010 deve chegar a 40 mil

16 01 2010

Francisco Beltrão chegou ao final de 2009 com exatos 37,141 veículos, alta de 8,6% sobre 2008. Do total de veículos, 20.353 eram automóveis, e 8.634 motos.

Se mantidos o ritmo de crescimento observado nos últimos anos – em torno de 9% – ao final de 2010 Francisco Beltrão deverá ultrapassar a marca de 40 mil veículos registrados.

Na região sudoeste a frota cresceu em média 8,7%, em todos os municípios, sendo os maiores destaques Pinhal de São Bento, com mais de 17%, e Bela Vista da Caroba com cerca de 13% a mais.

Na microrregião de Francisc Beltrão a média de crescimento da frota ficou em 8,9%, levemente inferior ao ano anterior, quando havia sido de 10,7%.

PROBLEMAS

Com o aumento da frota, cresceram também os problemas de trânsito em Francisco Beltrão. Apesar das diversas mudanças e experiências do Departamento Municipal de Trânsito, pouco – para não dizer nada – tem melhorado ultimamente. Andar pelo trânsito de Beltrão ultimamente é sinônimo de irritação. As infrações de trânsito acontecem a todo instante: Carros estacionados em locais proibidos, desrespeito a sinalização, motoristas dirigindo sem documentos em dia ou até mesmo sem carteira e buracos, muitos buracos espalhados pelas ruas, todos estes problemas tem tirado a paciência dos motoristas.

A incapacidade da prefeitura municipal de melhorar o fluxo dos veículos dentro da cidade e ao mesmo tempo garantir mais segurança aos pedestres é notória. Conforme bem notou o Jornal Hora Popular desta semana, é de se estranhar que apesar do município arrecadar mais de R$ 5 milhões em IPVA, e mais de meio milhão em multas de trânsito, ainda assim não se de o mínimo de atenção e profissionalismo necessário ao funcionamento do trânsito municipal.

Ao final de 2009 o Detran também liberou os dados do Anuário Estatístico de 2008, que trouxeram mais algumas preocupações com relação aos acidentes. Foram 994 acidentes sendo 42 atropelamentos. O número de acidentes foi levemente inferior ao de 2007 e o número de atropelamentos ficou praticamente estável. Todavia chama atenção que durante os anos de 2006 até 2008 foram realizadas mudanças severas no trânsito municipal. Dezenas de rotatórias, faixas elevadas, placas sinalizadoras, guardas do Debetran e a própria lentidão que se instalou no trânsito da cidade não foram suficientes para melhorar os números em relação ao ano imediatamente anterior a instalação do departamento, quando foram 887 acidentes e apenas 28 atropelamentos. Embora o número de acidentes esteja proporcionalmente um pouco mais baixo, o resultado ainda é extremamente medíocre diante dos gastos astronômicos que o Departamente vem fazendo.

FUTURO

O problema crescente no trânsito beltronense começa a demandar maiores estudos para melhorar a situação.

Esta semana a prefeitura liberou uma nota em seu site sobre futuros projetos para o trânsito Beltronense (Clique aqui para ler a nota), onde se cogitam obras absurdas, como túneis, viadutos e trincheiras. O trecho a seguir merece atenção:

“Estuda-se, por exemplo, a viabilidade de construção de túnel para unir os bairros Nossa Senhora Aparecida e São Cristóvão. Neste caso, o túnel poderia iniciar, por exemplo, no final da rua Antonio de Carneiro Neto, no bairro Nossa Senhora Aparecida, em direção à baixada industrial.”

Pois bem, considerando que o referido túnel teria aproximadamente 300 metros de extensão, e que o preço médio de um Km de Túnel ronda os R$ 100 milhões (praticamente um ano inteiro de orçamento municipal), tal obra custaria R$ 30 milhões, pelo menos. As outras obras citadas, como viadutos e trincheiras, normalmente custam entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, as menores. E levando em conta ainda que nesta cidade a prefeitura não tem a capacidade sequer de tapar decentemente os buracos (e são muitos) que aparecem após cada chuva, soa como puro deboche o proferimento de tal devaneio.

Investimentos muito mais baratos e factíveis como a construção de novas pontes sobre o Rio Marrecas, a construção do cotorno sul – ligando sadia até a Bica d’água, instalação de mãos únicas e criação de rotas alternativas por dentro da cidade são simplesmente ignorados, ou postergados baseados na mera suposição da falta de dinheiro (que 1. Não existe de fato, e 2. Não existe na hora de se gastar milhões em obras fúteis pelo resto da cidade).

Com 2010 apontando para 40 mil veículos, e o crescimento mantendo médias de 8% ao ano, fica a certeza que até 2015 a coisa só vai piorar, se nada continuar a ser feito, e, se depender das idéias que vem da prefeitura municipal certamente nada será melhorado.





Alerta Amarelo na Economia Beltronense

17 11 2009

Os últimos dados do emprego revelaram uma situação preocupante na economia do município de Francisco Beltrão, sem sombra de dúvidas é possível afirmar que o município parou de crescer. E o pior, mesmo com o cenário nacional muito promissor para os próximos anos, não existem indícios de que o município voltará a crescer tão cedo.

Os números do emprego para Outubro foram alarmantes. No Brasil foram mais de 200 mil vagas criadas, o melhor resultado para o mês desde que o Caged foi criado, há mais de dez anos. No Paraná a mesma história, quase 90 mil empregos criados. Já em Beltrão a situação foi o contrário. O município perdeu 23 empregos no mês passado, isso em um mês onde a indústria, setor muito atuante no município, deveria estar a plena carga, produzindo para atender a absurda demanda de fim de ano (impulsionada pelas bizarrices da economia brasileira, como o décimo terceiro). Foi o pior mês de outubro desde o ano 2000, e este ano, como um todo, tem sido o pior desde 2001. O gráfico abaixo computa a geração de empregos acumulada em nos 12 meses anteriores ao da base. Ele não deixa dúvidas quanto a perda de folêgo do município. Depois de um período de grande crescimento entre 2003 e 2004, e outro de algum crecimento entre 2006 e 2008, recentemente o município vem perdendo ritmo, e perigando até mesmo cair abaixo de zero. Nos últimos doze meses Beltrão gerou apenas 309 empregos formais, um número muito baixo, que em outros tempos levava dois ou três meses para acontecer.

Todavia o problema todo não se concentra apenas na estagnação do emprego. Outros indicadores já dão sinais que a coisa não anda muito bem. O nível de recusos financeiros no município praticamente não se alterou este ano. Somados o caixa municipal, o disponível a vista privado, as aplicações em poupança e as aplicações a longo prazo (investimentos como cdb e pré-fixados), o muncípio fechou agosto com um total de $ 284,3 milhões, valor apenas 9,7 milhões acima do que fechou em Janeiro deste ano, e abaixo até mesmo do valor de Julho (287,3 mi). Ou seja, se a inflação for computada, os beltronenses estão, de fato, poupando cada vez menos dinheiro. É fato que a crise econômica ajudou a chegar a este ponto, mas é fato também que em outros municípios da região o mesmo fenômeno não é observado, o que leva a crer que o problema está mesmo na estagnação da economia de beltrão.

Outros índices também apontam para um esfriamento generalizado na economia do município. A valorização imobiliária, que duplicou, triplicou, quadruplicou o valor dos imóveis ao longo dos últimos quatro anos, parece ter chegado ao seu auge. Pelo menos por enquanto, os preços dos imóveis parece ter estabilizado, em um patamar tão elevado que parece supor por alguns meses não vai aumentar (e tende até mesmo a regredir). Desde o último post, considerando a estabilização da Construção Civil, os números até que foram positivos, mas ainda são muito timidos para indicar uma recuperação do crescimento. O gráfico abaixo dá a exata noção do que vem ocorrendo.

Para completar os dados gerais da economia, como crescimento do PIB medido através do Valor Adicionado também tem apresentado resultados frustrantes. o Valor Adiconado de 2008 apresentou elevação de cerca de 9%, puxado principalmente pela produção agrícola, com o setor industrial até mesmo crescendo 0% no ano.





Economia: Construção Civil em Beltrão

1 10 2009

Este trata-se de um breve relato do mercado formal da Construção Civil de Francisco Beltrão.

Utilizando como base de dados o nível de emprego formal na construção civil, vemos que pela primeira vez desde 2002 este setor da economia beltronense sofre um desaquecimento.

O gráfico abaixo mostra a evolução do emprego formal neste setor ao longo dos últimos dez anos.

a

Nota-se um crescimento levemente exponencial entre 2002 e 2008, quebrado por uma acomodação prolongada nos últimos 12 meses. Esse ano os números ainda não indicam recuperação.

Logo em seguida vemos o número de empregos criados mensalmente. O ano de 2009 apresenta os piores números desde 2001/2002.

emp mes mesFrancisco Beltrão viveu um ciclo muito intenso de valorização do mercado imobiliário nos últimos anos. O preço dos terrenos subiu astronomicamente, e o número de construções foi junto. Embora seja evidente o ainda existente deficit habitacional em nosso município, um crescimento de tal ordem supera em muito a capacidade econômica do município de absorver novas moradias. Ultimamente temos visto muitas placas de vende-se e aluga-se espalhadas pela cidade, aparentemente há sobreoferta, tanto que os preços imobilários pararam de subir neste ano.

Mas os gráficos não deixam dúvidas de que hoje a cidade está em um patamar superior no que tange o mercado imobiliário. Os próximos números deverão responder a pergunta, se estamos diante de uma reversão na tendência dos últimos seis anos, ou apenas passando por uma acomodação, rumo ao próximo salto. Se a economia do município (que andou de lado nos últimos dois anos) voltar a responder positivamente, sim, iremos crescer. Mas se a estagnação persistir, um problema pode estar se criando.





Emprego formal fica estagnado em 2008; Renda avança.

20 08 2009

Em 2008 o Emprego formal em Francisco Beltrão avançou apenas 0,2%. É o que indica a RAIS 2008, o mais completo estudo sobre emprego formal divulgado oficialmente no Brasil. Segundo este estudo, em 31 de dezembro de 2008, exatos 19.449 trabalhadores estavam registrados em 2.390 estabelecimentos no município. O número é praticamente o mesmo do ano anterior, 19.416 distribuídos em 2.242 empresas públicas e privadas.

Já no quesito renda, os números foram razoavelmente positivos. Em Dezembro último, o trabalhador beltronense recebia um salário médio de R$ 916,26, número 10,7% superior aos R$ 818,18 registrados em dezembro de 2007. Considerando que o IPCA de 2008 fechou em 5,9%, temos um avanço real de 4,8%, similar ao restante do país.

O resultado da RAIS causa certo espanto pois contraria severamente os números do CAGED que havia apontado uma elevação de 807 empregos no ano anterior. Todavia deve-se esclarecer que os números da RAIS são muito mais completos e abrangentes, por isso devem ser considerados corretos. O CAGED ainda possui diversas imperfeições que interferem moderadamente nos seus números, divulgados mensalmente. Deve-se inclusive ressaltar que atualmente o estoque de empregos em Beltrão, medido pelo CAGED, é cerca de 2500 empregos menor que o medido pela RAIS.





População de Beltrão supera os 76 mil habitantes

19 08 2009

Segundo estimativas divulgadas pelo IBGE a população do município de Francisco Beltrão atual é de 76.311 habitantes. O número é 1,05% superior ao do ano passado (75.507), praticamente a mesma taxa de crescimento observada no período de 2000 até 2007.

Francisco Beltrão continua como o município mais populoso do Sudoeste (urbano+rural), mas, pela primeira vez deverá ser considerado também a maior cidade (urbana) da região. Isto porque, segundo dados da COPEL, no ano de 2008 o número de ligações elétricas residenciais urbanas de FB superou o de Pato Branco, indicando que a zona urbana de FB tornou-se maior que a de PB. Os censos de 2000 e 2007, bem como registros anteriores da Copel, já mostravam que a diferença já estava diminuindo, e agora os novos números da COPEL indicam a troca de posições pela primeira vez na história.

Tais dados deverão ser confirmados pelo próximo Censo, a ser realizado em 2010.





Em breve o blog volta

15 06 2009

Ainda neste mês de junho o blog voltará a funcionar. Com posts mais enxutos e objetivos, mas volta.

Até breve.





Crise e sazonalidade extinguem mais de dois mil empregos em Dezembro no Sudoeste; ano fecha com Saldo Positivo superior a 5 mil vagas

26 01 2009

O final de ano foi bastante negativo para a economia da região Sudoeste. Nada menos que xxx vagas foram extintas no último mês do ano passado. A maior parte das demissões foram observadas nas microrregiões de Palmas e Francisco Beltrão, foram 538 e 827 vagas a menos, respectivamente. Na micro de Pato Branco (-454 vagas) e de Capanema (-246), totalizando assim 2065 demissões em um único mês, número que representa aproximadamente -xxx% do total de pessoas empregadas formalmente na região.

Apesar do desempenho negativo observado neste mês, o resultado no total do ano de 2008 foi positivo. A micro de Capanema totalizou 683 novos empregos no decorrer do ano passado (sendo 228 no próprio município de Capanema), a micro de Francisco Beltrão totalizou 2.560 novas vagas (807 em Francisco Beltrão, 561 em Dois Vizinhos, 132 em Salto do Lontra e 76 em Marmeleiro), a micro de Pato Branco totalizou 2.368 novas vagas (1.726 em Pato Branco) e a micro de Palmas, contrariando a média regional, perdeu 72 vagas no ano passado, 71 das quais no município de Palmas. Assim, no total, a região gerou 5539 novas vagas, cerca de 6% do sobre os 97500 empregos formais existentes na região ao final de 2007, conforme auferido pela RAIS.

DADOS POR SETOR 

Conforme eu havia dito no post anterior, os novos dados do MTE divulgados nesta sexta trouxeram os movimentos empregatícios por profissões. As informações mostram que boa parte das demissões ocorridas no mês passado foram no setor de abate de carnes, leia-se Sadia, seguindo a tendência do setor industrial da cidade, o que mais demitiu.

As profissões que mais  demitiram em Dezembro, no município de Francisco Beltrão, foram:

Abatedor – 78 vagas

Motorista – 13 vagas

Costureiro a máquina -13 vagas

Costureiro na confecção – 17 vagas

Alimentador de linha de Produção -38 vagas

 

S: É importante notar que os números apresentados são provenientes do CAGED, o qual não é, todavia, o resultado definitivo do ano passado. O resultado correto e definitivo será divulgado somente através da RAIS ao final deste ano de 2009.





Crise chega com tudo ao Sudoeste; Beltrão perde quase 400 empregos em um mês

19 01 2009

O primeiros sinais da Crise Econômica Global chegaram com força ao Sudoeste do Paraná. Depois de um ano relativamente bom até o mês de Outubro, os dados de emprego referentes aos meses de Novembro e Dezembro delineam horizontes tenebrosos para a economia da região.

Entre Novembro e Dezembro, somente em Francisco Beltrão, o saldo do emprego formal (diferença entre admissões e demissões) foi de 433 empregos a menos. Tomando em conta apenas o último mês do ano, de Dezembro, foram 380 demissões, um número impressionante, ainda mais se comparado ao ano anterior quando o município havia registrado saldo negatvo de apenas 2 empregos no mesmo mês.

Mas não foi só em Francisco Beltrão que os números assustam. O município de Pato Branco, segundo maior estoque de empregos formais da região Sudoeste, também viu números péssimos. Por lá foram -73 empregos em Novembro e -237 em Dezembro, totalizando assim 310 postos de trabalho a menos em apenas dois meses.

Outro município bastante atingido foi Dois Vizinhos. Esta cidade, terceiro maior estoque de empregos da região, viu sua base empregatícia cair 187 empregos, cerca de 2,3% da base formal.

Mas nenhum outro município da região foi tão atingido como Palmas. Talvez a melhor palavra pra descrever a situação desta cidade seja “Colapso”. Este é um termo bom pra definir o que provavelmente irá ocorrer neste município muito em breve.  Durante os últimos cinco ou seis anos praticamente todos os municípios da região sudoeste tiveram bons incrementos em sua base de emprego formal – Francisco Beltrão quase 10 mil empregos, Pato Branco cerca de 6 mil  e assim por diante. Mas não em Palmas. Por lá já são vários os anos em que o emprego formal patina, ao passo que na região e no país todo este somente fazia crescer. Agora, a beira de um período econômico tempestuoso, o segundo mês da crise econômica fez este município perder, nada mais nada menos, que 393 empregos formais. Um recorde na região. Entre os Palmenses empregados, um a cada 20 perdeu seu emprego em um único mês. Tal situação, se persistir no curto prazo, irá deteriorar ainda mais as condições sociais deste município, que hoje já é o principal bolsão de pobreza e criminalidade da região e também um dos maiores do Paraná.

APESAR DE TUDO, ANO AINDA É POSITIVO

Apesar dos apesares, e do tombo que os resultados do emprego tomaram nos últimos dois meses de 2008, o ano ainda fechou no azul, com bons resultados. Francisco Beltrão fechou com 807 empregos formais (+4,8% sobre 2007), Pato Branco fechou com 1.726 (+11,4%), Dois Vizinhos com 561 (7,5%) e, com o único resultado negativo, Palmas, -77 empregos (-1,0%).

RESULTADOS AINDA SÃO PRELIMINARES

É importante salientar que os resultados do CAGED não são os números definitivos do emprego no ano passado. O verdadeiro número final será divulgado só no final deste ano, pela RAIS. No entanto o CAGED costuma estar, aproximadamente, entre 10 a 20% diferente dos números da RAIS, servindo portanto de bom esboço do que realmente ocorreu no ano passado. 

NOVOS DADOS AINDA ESTA SEMANA

Ainda nesta semana serão divulgados novos dados sobre o emprego na região, agora por profissões e também para os outros municípios do sudoeste. Tão logo isto ocorra, os novos números poderão ser consultados aqui neste blog.