População de Beltrão supera os 76 mil habitantes

19 08 2009

Segundo estimativas divulgadas pelo IBGE a população do município de Francisco Beltrão atual é de 76.311 habitantes. O número é 1,05% superior ao do ano passado (75.507), praticamente a mesma taxa de crescimento observada no período de 2000 até 2007.

Francisco Beltrão continua como o município mais populoso do Sudoeste (urbano+rural), mas, pela primeira vez deverá ser considerado também a maior cidade (urbana) da região. Isto porque, segundo dados da COPEL, no ano de 2008 o número de ligações elétricas residenciais urbanas de FB superou o de Pato Branco, indicando que a zona urbana de FB tornou-se maior que a de PB. Os censos de 2000 e 2007, bem como registros anteriores da Copel, já mostravam que a diferença já estava diminuindo, e agora os novos números da COPEL indicam a troca de posições pela primeira vez na história.

Tais dados deverão ser confirmados pelo próximo Censo, a ser realizado em 2010.





Censo 2007

21 12 2007

Hoje pela manhã foi divulgado completamente os resultados da contagem 2007. Os resultados indicam que a população de Francisco Beltrão subiu de 67 132 em 2000 para 72 409 em 2007. Até aqui nenhuma novidade. O que há de novo é que foi divulgada a população urbana. Em 2000 ela era de 54 831. Neste ano foram recenseados 60 798 moradores urbanos.

Ainda sim a população da cidade de Francisco Beltrão não superou a de Pato Branco que em 2000 totalizava 56 805 moradores e agora totaliza 61 984.

Outro destaque no sudoeste foi a cidade de Dois Vizinhos que expandiu de 22 382 para 25 142. Já em Palmas a população urbana subiu de 31 411 para 36 528.

 Os dados do censo deste ano mostram que a evasão rural está muito mais desacelerada do que se pensava. Desde 1970 a evasão rural tinha sido muito acentuada, mas o novo censo mostrou que em muitos municípios sequer diminuiu a população rural, mesmo com as sucessivas quebras de safra do perído entre-censos (2000-2007). Isto pode ser atribuído aos diversos programas govermentais como Pronaf, Bolsa-Família, Luz Rural, etc que praticamente dão o dinheiro para os agricultores ficarem no campo, além de alguns bons momentos no biênio 2002-2003 (anos de ouro da soja), e as perspectivas otimistas com relação ao setor agrícola e a expansão mundial do consumo de alimentos.